A Ioseph apresenta esta delicada imagem de São Bento, confeccionada em resina na tonalidade marfim. A peça retrata o santo com o hábito monástico, o livro junto ao peito, o báculo em uma das mãos e o pequeno corvo aos seus pés.
Seu acabamento monocromático valoriza as formas esculpidas, as dobras do hábito, a barba, as mãos e os elementos simbólicos. Elegante e contemplativa, é uma peça apropriada para altares domésticos, oratórios, escritórios, salas, quartos e outros ambientes dedicados à oração.
São Bento nasceu por volta do ano 480, em Núrsia, na Itália. Após um período de vida eremítica em Subiaco, fundou comunidades monásticas e estabeleceu-se em Montecassino, onde sua experiência espiritual deu origem à Regra de São Bento.
Sua espiritualidade une oração, trabalho, escuta, disciplina, hospitalidade e serviço. Para São Bento, a oração não deve permanecer separada da vida: aquilo que o cristão escuta de Deus precisa tornar-se atitude concreta. Sua Regra apresenta a vida monástica como uma escola do serviço do Senhor e ensina que a contemplação deve produzir frutos nas ações cotidianas.
O livro recorda a Regra de São Bento, um caminho espiritual fundamentado no Evangelho, na escuta da Palavra, na oração comunitária, na humildade e no serviço.
O báculo representa sua missão como abade e pastor da comunidade. Mais do que sinal de autoridade, recorda a responsabilidade de orientar, cuidar e conduzir as pessoas confiadas por Deus.
O corvo está relacionado ao episódio tradicional do pão envenenado. Segundo a tradição beneditina, um inimigo teria enviado o alimento para causar a morte do santo, mas o corvo o retirou daquele lugar. Na Medalha de São Bento, o corvo e o pão aparecem como recordação desse acontecimento.
A Medalha de São Bento reúne a cruz, a imagem do santo e diversas iniciais de orações em latim. Entre suas expressões está:
Que a Santa Cruz seja minha luz. Que o dragão não seja meu guia.
A palavra PAX, que significa paz , também aparece tradicionalmente na medalha e tornou-se um importante lema beneditino.
A medalha, a imagem e os demais objetos religiosos não são amuletos nem possuem poderes mágicos. São sinais exteriores que ajudam o cristão a recordar Deus, renovar sua fé e buscar sua proteção por meio da oração e da intercessão dos santos. A própria tradição beneditina rejeita expressamente o uso supersticioso desses objetos.
As medidas são aproximadas e podem apresentar pequenas variações.